Day Time TV au Portugal
Adoecer ao fim de semana e nas férias faz parte do meu adn desde pequenina. E a tradição cumpriu-se. Mais uma vez.
O que já não se cumpre é a luta de ir trabalhar mesmo com febre ou dores, insistir para que o corpo se regenere a uma velocidade absurda de rápida ou ir a correr para o médico. Não.
Hoje em dia, em caso de faringite/laringite/otite/gripe tomo uns paracetamois, bebo uns chás e espero serenamente. Atenção que falamos de maleitas leves.
A espera inclui enroscar-me no sofá e zappar por todos os programasa de daytime tv nacionais. E o que se aprende?
Comecei na Cristina onde soube que os bonecos de Estremoz foram elevados a Património Cultural Imaterial da Humanidade em 2017. Desconhecia. Passei ao Gouxa onde aquela advogada loira que apenas conhecia do twitter não defraudou as minhas expectativas e me presenteou com um "ir de encontro a" e um "quaisqueres". Ficou apresentada. Ainda fui à Praça da Alegria onde a confraria do Alvarinho me ensinou a reconhecer se um vinho é mesmo bom ou não, pelo rótulo.
Fiz pausa para almoço e notícias sobre coronavírus e como a Júlia e a Fátima nunca mais chegavam entreguei-me à netflix. Séries policiais? Grandes sucessos? Nada disso. Marie Kondo e Stay Here - uma série em que uma decoradora e um marketeer renovam um espaço para alojamento local de curta duração.
De volta aos canais portugueses, com a Fátima Lopes estavam três celebridades (uma delas completamente desconhecida para mim) que se queixavam de body shaming: uma por ser gorda, outra por ser magra e a desconhecida por fazer muitas intervenções estéticas. Importante chamar a atenção para o assunto e apresentar três pontos de vista, apesar da conversa de "caracacá".
Voltei à SIC para ficar com a Júlia Pinheiro que entrevistava Filipe Gaidão (grande ex hoquista português). Já não me lembrava da sua história: teve um acidente numa piscina em vésperas de ir disputar um campeonato do mundo e ficou tetrapelégico durante um mês. Comovente, sem dúvida.
Foi em lágrimas que acompanhei a história, as surpresas e que acolhi o meu filho vindo da escola que se assustou por eu estar naquele estado.
A febre foi passando e a verdade é que, um dia destes de vez em quando, é do melhor que me podem dar.
O que já não se cumpre é a luta de ir trabalhar mesmo com febre ou dores, insistir para que o corpo se regenere a uma velocidade absurda de rápida ou ir a correr para o médico. Não.
Hoje em dia, em caso de faringite/laringite/otite/gripe tomo uns paracetamois, bebo uns chás e espero serenamente. Atenção que falamos de maleitas leves.
A espera inclui enroscar-me no sofá e zappar por todos os programasa de daytime tv nacionais. E o que se aprende?
Comecei na Cristina onde soube que os bonecos de Estremoz foram elevados a Património Cultural Imaterial da Humanidade em 2017. Desconhecia. Passei ao Gouxa onde aquela advogada loira que apenas conhecia do twitter não defraudou as minhas expectativas e me presenteou com um "ir de encontro a" e um "quaisqueres". Ficou apresentada. Ainda fui à Praça da Alegria onde a confraria do Alvarinho me ensinou a reconhecer se um vinho é mesmo bom ou não, pelo rótulo.
Fiz pausa para almoço e notícias sobre coronavírus e como a Júlia e a Fátima nunca mais chegavam entreguei-me à netflix. Séries policiais? Grandes sucessos? Nada disso. Marie Kondo e Stay Here - uma série em que uma decoradora e um marketeer renovam um espaço para alojamento local de curta duração.
De volta aos canais portugueses, com a Fátima Lopes estavam três celebridades (uma delas completamente desconhecida para mim) que se queixavam de body shaming: uma por ser gorda, outra por ser magra e a desconhecida por fazer muitas intervenções estéticas. Importante chamar a atenção para o assunto e apresentar três pontos de vista, apesar da conversa de "caracacá".
Voltei à SIC para ficar com a Júlia Pinheiro que entrevistava Filipe Gaidão (grande ex hoquista português). Já não me lembrava da sua história: teve um acidente numa piscina em vésperas de ir disputar um campeonato do mundo e ficou tetrapelégico durante um mês. Comovente, sem dúvida.
Foi em lágrimas que acompanhei a história, as surpresas e que acolhi o meu filho vindo da escola que se assustou por eu estar naquele estado.
A febre foi passando e a verdade é que, um dia destes de vez em quando, é do melhor que me podem dar.



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