Generalizações
Andámos décadas a tentar colocar as pessoas em grupos específicos para ser mais fácil promover produtos ou eventos para agora a sociedade se rebelar totalmente contra isto e exigir individualidade no trato.
No máximo segmentávamos públicos por idade, sexo (agora tem que ser escrever género) ou localização geográfica. Hoje em dia qualquer segmentação que se tente fazer acaba por ser desmontada com as particularidades de cada ser humano. No fundo, criavam-se estereotipos e trabalhava-se a partir deles, mas o tempo das generalizações acabou.
A Comunicação percebeu isso há algum tempo e personaliza os emails que envia aos seus clientes, fala olhos nos olhos com o público e em particular com cada membro. Imaginemos a rádio, por exemplo. Raramente ouvimos um locutor dizer que vai fazer uma emissão "para vós/vocês", ele diz sempre que vai fazer uma emissão "especialmente para si". Os pivots de tv não desejam uma boa noite a todos, mas apenas àquele espectador especial que cada um de nós é, etc. etc.
Qual é o problema? Cada um de nós é, de facto, um ser único e irrepetível. Se as empresas querem ter a minha atenção têm que tratar-me bem e pelo meu primeiro nome, eu preciso de saber que elas me conhecem. O grande problema é quando se cai no ridículo.
Vem isto a propósito de um desabafo ouvido há dias em que um representante de uma determinada classe profissional se sentia muito ofendido pela imagem esterotipada que a sociedade tinha em relação à sua profissão.
Dois pontos: 1) os estereotipos não caem do céu. Haverá, imagino eu que não analisei a questão a fundo, parte de verdade para que se associe determinado objeto, comportamento, o que for, a determinado grupo de pessoas. 2) a vida tem que ser mais leve, não nos podemos melindrar com tudo, desde que não haja ofensas envolvidas.
No máximo segmentávamos públicos por idade, sexo (agora tem que ser escrever género) ou localização geográfica. Hoje em dia qualquer segmentação que se tente fazer acaba por ser desmontada com as particularidades de cada ser humano. No fundo, criavam-se estereotipos e trabalhava-se a partir deles, mas o tempo das generalizações acabou.
A Comunicação percebeu isso há algum tempo e personaliza os emails que envia aos seus clientes, fala olhos nos olhos com o público e em particular com cada membro. Imaginemos a rádio, por exemplo. Raramente ouvimos um locutor dizer que vai fazer uma emissão "para vós/vocês", ele diz sempre que vai fazer uma emissão "especialmente para si". Os pivots de tv não desejam uma boa noite a todos, mas apenas àquele espectador especial que cada um de nós é, etc. etc.
Qual é o problema? Cada um de nós é, de facto, um ser único e irrepetível. Se as empresas querem ter a minha atenção têm que tratar-me bem e pelo meu primeiro nome, eu preciso de saber que elas me conhecem. O grande problema é quando se cai no ridículo.
Vem isto a propósito de um desabafo ouvido há dias em que um representante de uma determinada classe profissional se sentia muito ofendido pela imagem esterotipada que a sociedade tinha em relação à sua profissão.
Dois pontos: 1) os estereotipos não caem do céu. Haverá, imagino eu que não analisei a questão a fundo, parte de verdade para que se associe determinado objeto, comportamento, o que for, a determinado grupo de pessoas. 2) a vida tem que ser mais leve, não nos podemos melindrar com tudo, desde que não haja ofensas envolvidas.



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